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![]() ![]() ![]() ![]() | Publicado em: 29/08/2006Modelagem de Dados 1 - Visão Geral
Mauri Gonçalves é graduado em Análise de Sistemas pela Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Cascavel (PR). Já atuou como designer gráfico, webdesigner e hoje trabalha com projeto e desenvolvimento de sistemas small business pela MG Sistemas como home-officer.
Hoje vou falar um pouco sobre um assuntos que muitos desconhecem: a Modelagem de Dados.
Primeiramente, o que é modelagem dados? Para quem não sabe, a modelagem de dados é um processo no qual voce "projeta" ou "planeja" a sua base de dados de forma que voce possa aproveitar os recursos do Gerenciador de Banco e também para que voce possa construir um banco de dados consistente, que reaproveite recursos, que exija menos espaço em disco e sobretudo, que possa ser bem administrado. Assim como no processo de software, a modelagem de dados é um processo que possui etapas a serem seguidas, mas que podem ser superadas dependendo do tipo de banco que se pretende construir. O documento principal da modelagem de dados é o Diagrama de Entidade-Relacionamento - DER (leia-se: dér) ou Modelo de Entidade-Relacionamento (MER). Neste documento são representadas as entidades e os relacionamentos entre elas. As entidades são os "embriões" das tabelas do banco. Até avançarmos esta fase da modelagem, elas recebem esta nomenclatura. Esta primeira fase é o que chamamos de Modelagem Lógica. È quando determinamos o fluxo de dados entre as entidades, isto é, como o próprio nome diz, quando determinamos a logica do banco que iremos contruir. O relacionamento entre as entidades é um quesito que deve ser especialmente analisado. No modelo lógico todas entidade devem estar relacionada a outra. Quando sobram entidades sem relacionamento é sinal de que ha algum problema. Podem ser entidades que estão sobrando, ou seja, que na verdade não deveriam existir, ou alguma entidade pode estar relacionada à qual nao deveria. Dependendo do tipo de base de dados que se deseja, pode-se aproveitar ferramentas do proprio banco e desta economizar linhas de código. Suponho que façamos um controle de bens doméstimos. Certamente para este sistema não ha previsão de migrar a base de dados para uma plataforma maior, como o SQL Server, ou Oracle certo? Então porque não, aproveitar alguns recursos do banco de dados Access para controlar os seus dados? Isto deve ser levado em conta quando se modela um banco. Mas há também casos onde se prevê uma migração ou quem sabe se apenas pensando em um módulo de um sistema, neste caso quanto menos dependência do gerenciador do banco, melhor. Pode-se implementar rotinas no proprio sistema e torna-lo "universal" á qualquer tipo de banco de dados, seja ele proprietário (Access, SQL Server, Oracle) ou livre (MySQL, PostGreSQL). Em plataformas como a Oracle, há módulos de modelagem de dados proprios, totalmente integrado ao banco de dados. Como sabemos, este não é o caso do Access. Mesmo assim podemos fazer uma analise, por mais simples que seja o banco de dados, antes de colocar Access para rodar. Após terminarmos a modelagem lógica, partimos para a modelagem física. Nesta etapa vamos determinar as tabelas, campos e relacionamentos que efetivamente vamos contruir em nosso banco de dados. Para isto vamos repensar o modelo lógico que criamos e adequa-lo para a "realidade". Após esta visão geral, vamos nos aprofundar mais na modelagem voltada para o Access. Continuaremos discutindo no próximo artigo. Até lá. Artigos relacionados
Este artigo é a parte 1 de 5 da seguinte série:
Rafael Pereira de Paula <fafao.world@gmail.com>
O Mauri mostrou um vasto conhecimento em modelagem de dados, os artigos são ótimos. Parabéns!
Em contrapartida pecou muito no português, diversos erros que só tem a empobrecer as infiormações aqui descritas. De qualquer forma é algo que pode ser corrigido. Abraço e parabéns mais uma vez! ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() MAX TEXTOR <MAX_TEXTOR@HOTMAIL.COM>
EU ACHO QUE O COLEGA ARRODIOU MUITO E NÃO EXPLICOU NADA MAS ESTÁ NO CAMINHO, POSSO ATÉ LHE AJUDAR NUMA OUTRA OPORTUNIDADE. UM ABRAÇO
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