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Avaliação: | Publicado em: 14/05/2007
Qualidade de Software - Tipos de testes em software, parte 2
Alex Estevam Alex Estevam atualmente trabalha como testador de software em uma empresa multinacional, onde já está há mais de 4 anos, adquirindo uma sólida experiência em qualidade de software. É pós-graduado em Gestão de Tecnologia da Informação pela UNIP e pós-graduando em Gerenciamento de Projetos pelo SENAC.
Qualidade de Software - Tipos de testes em software, parte 2

Esse segundo artigo sobre tipos de testes em softwares põe fim, de maneira objetiva, à primeira parte. Traduzido e adaptado, ilustra de maneira prática os principais tipos de testes empregados na indústria.


TESTE DE COMPATIBILIDADE. Utilizado para assegurar a compatibilidade entre sistemas ou aplicações. Um exemplo simples é o teste para assegurar compatibilidade de um sistema web que rode em diferentes browsers, em diferentes sistemas operacionais e diferente plataformas de hardware. Pode ser feito manualmente ou através de automação funcional ou de regressão.

TESTE DE CONFORMIDADE. Verifica a implementação de acordo com padrões da indústria. Produzido para ter certeza do comportamento que suporte portabilidade, interoperabilidade ou compatibilidade de padrões definidos.

TESTE FUNCIONAL. Valida um aplicação em conformidade com as especificações de modo que atenda as funções requeridas. É dividido num passo a passo de modo que cada funcionalidade é testada e tem sua funcionalidade aprovada ou reprovada utilizando de dados normais e anormais como entrada. Pode envolver teste da interface, API, gerenciamento de BD, segurança, instalação, redes, etc. Pode ser feito uma automação ou mesmo manual, usando metodologias black box ou white box.

TESTE DE CARREGAMENTO. Termo genérico para cobrir Teste de Performance ou Stress Testing.

TESTE DE PERFORMANCE. Aplicado para compreender escalabilidade ou mesmo para benchmark em ambientes de terceiros quando se faz uso de servidores ou plataformas middlewares para análise de compra, por exemplo. Este tipo de teste identifica onde residem os gargalos dos sistemas, se é na própria aplicação ou na infra-estrutura em que ela está implementada. Geralmente envolve teste de automação, facilitando a simulação de uma série de cenários como normal, picos e condições de carregamentos extraordinários.

TESTE DE REGRESSÃO. Similar em escopo ao teste functional. Um teste de regressão permite uma validação repetitiva e consistente de cada lançamento de uma versão do produto testado. Tais testes, reportam defeitos que já foram corrigidos porém, por algum motivo, sofreram problemas de qualidade no novo processo de manutenção. Geralmente é um teste manual, mas se usa muito automação para reduzir o tempo de teste em uma plataforma já testada anteriormente.

TESTE SMOKE. Um teste bem superficial, de maneira exploratória, das funções básicas de um pedaço da aplicação sem se ater a detalhes. Originalmente, esse teste foi herdado de testes de hardware onde se ligava uma função qualquer e se a peça não pegasse fogo, o teste era positivo.

TESTE STRESS. Conduz uma avaliação de um sistema ou um componente além ou aquém dos limites que suporta ou não para determinar quando falha ou não, quando um pico é atingido. É semelhante ao Teste de Performance, porém os testes são submetidos a uma carga bem maior de dados.

TESTE UNITÁRIO. Funcional e confiável num ambiente de desenvolvimento. Avalia o comportamento de componentes de um produto para certificar que os comportamentos de saída estão de acordo com a integração do sistema e especificações.

Obviamente, não podemos nos ater somente ao que é empregado por aí, mas sim sempre pensar "out of the box", para decidir quando uma metodologia ou outra será útil nos testes do dia-a-dia. Esse assunto há de render. Até o próximo artigo!

Este artigo é a parte 3 de 4 da seguinte série:

Bruno Jahú <brunojahu@yahoo.com.br>
Alex,
Está ótimo o seu artigo, acho interessante, leio a respeito, quero trabalhar na área, mas não acho curso especifico, sou do Rio de Janeiro. As empresas daqui já pedem muita experiência para uma área que está começando a crescer agora. Queria uma orientação.
abraços
tester
Básico caro colega....

aprofunde mais os assuntos e compartilhe conosco !

tá ótimo, mas just the basic !
Alex Estevam <alexestevam@gmail.com>
Ola 'Tester',

eu costumo responder aos comentarios dos meus leitores. Caso vc queira ser correspondido, por favor deixe seu e-mail. :)

No mais, muito obrigado pelo comentario.

Alex
Olá, muito bom seu artigo, define bem as caracteristicas de cada tipo de teste, mas fiquei com algumas dúvidas, quais são os testes utilizados em bancos de dados e suas respectivas ferramentas???

Valeu e aguardo!!!!!
Excelente, muito bom...sem comentários.
Parabéns
Hahhahahah meu garotoooo!!!
Vai ter q se aprofundar meu caro colega!
As pessoas pedem por isso!! rs
Pena eu não ter paciencia nenhumaaa com isso! Senão já poderiamos ganhar dinheiro vendendo cursos de testers! rs
Pro que é proposto, o artigo está ótimo! Pra quem quer se aprofundar... vamo paga um cursinho??? rs
Parabéns fdp!!! e parabéns pela paciencia em levar a info a todo mundo!
absssssss
otima materia








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