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![]() ![]() ![]() ![]() | Publicado em: 27/12/2006Um pouco além do XML: Introdução ao XML Schema (XSD) - Parte 4
Gustavo Maia Aguiar é administrador de Empresas pela Universidade de Brasília (UnB) e pós-graduado em bancos de dados pela Universidade Católica de Brasília (UCB), atua na área de tecnologia de informação desde 2001, exercendo funções de desenvolvedor, analista, administrador de banco de dados (DBA) e administrador de dados (AD). É profissional certificado (MOS, MCDBA, MCAD, MCTS (SQL 2005), MCITP (DB Dev), MCITP (DB Admin), MCT e Itil Certified Professional) e suas áreas de interesse incluem .NET, XML, SQL Server, banco de dados em geral e Business Intelligence. É membro ativo dos fóruns MSDN e TechNet além de moderador da comunidade SQL Server Brasil (Orkut).
ConclusãoA elaboração de documentos de validação através do XML Schema é muito flexível e permite diversas possibilidades. No entanto, é preciso perceber que o universo de combinações possíveis no XML Schema não garante, por si só, esquemas de fácil entendimento e manutenção. A construção de documentos para validação de XML em ambientes muito grandes e (ou) complexos pode envolver reaproveitamento de esquemas existentes, definições de tipos em nível corporativo ou redefinição de esquemas. O XML Schema através de alguns mecanismos de reutilização permite que esquemas sejam desenvolvidos mais rapidamente e que a manutenção desses esquemas seja uma tarefa mais fácil. Ainda que esses mecanismos de reutilização permitam inúmeras construções, uma regra que não deve ser desprezada na construção de esquemas é a simplicidade. Para não perder o controle, a legibilidade, a segurança e o desempenho é preciso evitar hierarquias muito profundas, redefinições e inclusões em excesso. Os mecanismos de reutilização devem facilitar a construção e a manutenção de esquemas e não o contrário. Nesse artigo, mais uma vez, é enfatizado como o XML Schema provê recursos simples e ao mesmo tempo poderosos para validação de documentos XML. Além de permitir forçar a ordem dos elementos, o uso de tipos (sejam construídos ou não) ainda é possível reutilizar definições de esquema quer estejam ou não no mesmo arquivo. É certo que o XML Schema pode fazer maravilhas na validação de documentos XML, mas o poder do XML Schema ainda está longe de ser esgotado. Até o momento podemos construir regras de validação de documentos XML em relação a sua estrutura, seus tipos, etc, mas como trabalhar questões como unicidade de um elemento, referências entre elementos, etc ? Essa e outras questões serão abordadas no próximo artigo. Um abraço a todos e até lá. Arquivos anexos ao artigo
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Este artigo é a parte 4 de 5 da seguinte série:
Leandro <leandro_ro7@hotmail.com>
Parabens!!!
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Paulo <prsb2003@hotmail.com>
Parabéns pelo material!!! Muito prático e didático!
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() cleocimar <cleocimar@hotmail.com>
Tiru 80% das minhas dúvidas
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Ricardo
Muito bom o artigo!!
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Bruno <brunomau@gmail.com>
Muito bom. Aproveito para tirar uma dúvida. Existe alguma ferramenta que faça o mapeamento (um export) de um modelo de dados para XSD? Um abraço
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