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Avaliação: | Publicado em: 26/09/2006
Assembly, Introdução às DLL's
Adriano Oliveira Funcionário Público Federal. Tem conhecimentos de Borland C++ Builder, VisualBasic, HTML, Assembly. Atualmente(2009) cursando o segundo semestre de Ciências da Computação na Universidade Cruzeiro do Sul - Campus São Miguel Paulista
Assembly, Introdução às DLL's

Neste artigo você verá algumas aplicações das DLL’s

Imagine que você tenha feito um software para compactação de dados, daqueles softwares poderosíssimos e que consomem depois bastante memória.

O software ficou tão bom que você decide fazer uma biblioteca para usar depois, com outros programas.

Agora imagine que você tenha desenvolvido uns três softwares que usem sua potente biblioteca de compactação de dados.

Compilou tudo direitinho, não?

Agora você põe os três programas para rodar juntos.

Visto que a biblioteca que você construiu já era imensa, os programas também não ficarão para trás – ocuparão muita memória, talvez até esgote os recursos do Sistema Operacional.

Pois bem, isso é um problema muito grave.

Para resolver isso, o Bill achou interessante inventar um certo tipo de executável que podia ser invocado apenas quando necessário e que podia servir a vários outros ao mesmo tempo, sem acabar com a memória do PC – as odiáveis DLL – odiáveis porque, se faltar uma ou outra, o Windows pode até travar – mas em nosso caso, elas são amáveis.;)

Mas há uma outra vantagem em se fazer DLL’s: a modularidade.

Se, depois de construir uma DLL, for preciso alterá-la, é só fazê-lo e o programa principal estará intacto ou sofrerá, no máximo, pequenas alterações para que não ocorram erros em sua execução devido a problemas com argumentos de funções da DLL.

Assim, podemos desenvolver e executar diversos programas que usem uma mesma DLL ao mesmo tempo e os recursos do PC serão preservados(até certo nível).

Por enquanto isso é tudo o que você precisa saber sobre DLL’s.

Ah, quase que me esqueço!

Para quem não sabe, DLL é uma sigla em inglês(Dinamically Linked Library), que significa algo como "Biblioteca Dinamicamente Vinculada", justamente o que ela realmente faz - ela se liga ao nosso programa só quando é preciso.

No próximo artigo, você `verá como a memória de nossos PC's está organizada.

Até a próxima!


Claudionor Rodrigues Bernardino <yclaudionor@Hotmail.com>
Muito bom, apesar de inferir que a observação sobre "DLL" deveria ter sido colocada na primeira referência ao termo.
mesmo assim, esta ótimo... parabens... estou aprendendo muito... hj... valeu...
charlles cuba <charlles.cuba@gmail.com>
Péssimo!!!
Não explicou como se cria uma DLL.
Não explicou como a DLL preserva recursos do SO se comparada à biblioteca.


unn4m3D_BR <unn4BR@gmail.com>
Para comentários do tipo acima podemos dizer o seguinte:

Amigo, basta dar um google que você terá o aprofundamento de tudo que quiser .. ! :)

thx by article ..

bjxx .. unn4 .. !








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