A prática de BPM é normalmente definida como a “modelagem, simulação, automação, monitoração e gerenciamento dos processos de negócios essenciais de uma organização”. Esta definição guarda um conceito importante, que é a necessidade de conhecermos o que são os processos essenciais.
Uma técnica importante para descobrir quais são os processos essenciais é o uso de capacidades de negócio. Uma capacidade de negócio representa uma abstração de negócio que represente a natureza de uma organização e quer normalmente requer alavancagem. Alguns exemplos para tornar concreto o nosso raciocínio poderiam incluir:
Capacidades de Negócio – A bússola BPM
Oriente seus processos de negócio pelas capacidades de negócio que melhor definem a natureza da sua organização ou unidade de negócio
As capacidades de negócio definem atributos sobre um sistema empresarial e permitem expressar a natureza do negócio desta organização. Capacidades complementam a visão clássica de BPM. Enquanto o BPM responde “COMO”, as capacidades de negócio dizem “O QUE” e nos auxiliam nos motivadores de negócio – “POR QUE”.
Uma vez que tenhamos descoberto as capacidades de negócio, podemos focar no mapa de processos. Todo e qualquer processo que não esteja aderente a uma capacidade de negócio será descartado. Apenas os processos de negócio aderentes às capacidades de negócio serão alvo do nosso esforço BPM. Esta iniciativa pragmática permite focar e saber que o nosso esforço será eficaz.
Para os praticantes de SOA, as capacidades de negócio criam um caminho confiável e assertivo para as integrações sistêmicas e automações de processos de negócio.
Para os interessados, um artigo introdutório a respeito está disponível aqui no Microsoft Architecture Journal. Para os realmente interessados, um artigo sobre o modelo de engajamento de TI às capacidades de negócio de uma organização baseado no excelente trabalho de Jeanne Ross está disponível aqui.